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Hoje foi a vez de Fernando Ramos da Costa

Fernando Ramos da Costa

“É a segunda vez que sou contratado graças ao VAGAS.com.br”, diz o profissional de logística (…)

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Dicas

As diferentes formas de escrever o “porquê”

Por Felipe Martins

O Porquê

Vai participar de algum processo seletivo e tem dúvidas de Português? Conhecer bem a ortografia da língua portuguesa vai ser um grande passo na sua participação. As empresas prezam pela boa comunicação e pela boa ortografia. E muitas pessoas nem percebem que cometem erros de ortografia.

Por isso, vamos a uma dica importante e que muitas pessoas ficam em dúvida: as quatro formas do “porquê”.

A. Porquê (substantivo)

Esta forma é empregada no sentido de “motivo”, “razão”. Vem acompanhado de algum artigo, adjetivo, pronome ou numeral. Vamos a alguns exemplos: 

  1. porquê disto ter acontecido é sigiloso;
  2. Quero que fale um porquê de ir à festa.

B. Porque (conjunção causal ou conjunção explicativa)

Esta forma você pode usar com sentido de “explicação”, “finalidade”, “causa”. Alguns exemplos:

  1. Não quero comer macarrão porque não gosto;
  2. Não brinque com fogo porque poderá se queimar.

C. Por quê

Quando for escrito antes de algum ponto (final, interrogativo, exclamação). Aos exemplos:

  1. Eles não vão acompanhados? Por quê?;
  2. Começar às 18h, por quê? Comecemos às 17h.

D. Por que

Esta forma acontece em duas diferentes maneiras:

D.1. Preposição “por” e pronome interrogativo ou indefinido “que”. O sentido será de “por qual razão” ou “por qual motivo”. Exemplos:

  1. Por que ele veste este tipo de roupa?;
  2. Queria saber por que ele não quer ir.

D.2. Preposição “por” e pronome relativo “que”. O sentido passará a ser de “pelo qual”. Exemplos:

  1.  Sei bem por que motivo permaneci neste lugar;
  2. Sabemos bem por que motivo fizeram aquilo.

Gostou desta dica? Fique atento aos próximos posts!

Fonte da imagem: blog.andrefaria.com

Ser chefe. E agora?

Por Fatima Motta

ChefeE, de repente, você conquista uma posição de liderança. Isso, você vai ser chefe…  gerente… gestor… enfim, vai se sentar numa cadeira das mais cobiçadas no mundo corporativo. Agora quem vai mandar é você!

Muito bom, não é?!  Uma sensação de poder, orgulho e recompensa. Junto vem: maior visibilidade, uma mesa maior, às vezes uma sala só para você, um banheiro privativo (luxo!) e um bônus gordo. Só coisa boa!

Mentira! Acreditou nessa? Esqueceu dos ônus, não é?! Junto vem uma carga de trabalho maior, ter que atingir metas, lidar com conflitos, muitos conflitos de interesse, planejar, acompanhar, cobrar e… huuuummm, fazer a gestão de pessoas! Ô trem difícil! Desafiador, instigante, envolvente e… trabalhoso, difícil e desgastante. Não há como negar.

E é difícil mesmo, porque na grande maioria das vezes, não somos preparados para gerenciar pessoas. Processos, sim. Mas, pessoas?! Difícil demais. E o que mais acontece é o melhor técnico ganhar a vaga de gerente sem nenhum preparo e treinamento. E daí acontecem muitos equívocos. Um deles, muuuuuito frequente, é a falta de preparo e sensibilidade para demitir.

Desde que eu comecei a trabalhar na área de RH láááá em… bem, no  século passado, eu vi acontecer a seguinte situação:  o funcionário é chamado na sala do gestor, que fala meia dúzia de palavras com uma cara muito ruim, no máximo fala que a empresa está passando por um momento difícil, e manda a vítima “descer lá no RH, para conversar sobre a situação dele.

Como assim, o RH é quem vai conversar?! Você é um gestor ou um “pé de alface”? Tem que assumir essa missão para si. Por respeito e consideração àquele que esteve trabalhando naquela empresa durante algum tempo! Não dá para transferir, triangular, se escorar no RH. É seu papel como gestor lidar com situações difíceis como essa e tantas outras. Não é só se gabar e desfrutar das coisas boas. Precisa se preparar para esse momento, com tato e respeito, sem pessoalizar, e de maneira que o funcionário perceba que está ouvindo uma razão da empresa.

E, pelo amor de Deus, para nunca fazer como aqueles despreparados e com falta de coragem que agem assim:

Gestor: José, quero te informar que, a partir de amanhã, eu não sou mais seu chefe.

Funcionário: Como, chefia, o senhor está saindo?

Gestor: Não, é você!

É sem palavras, né?!

Fatima MottaFátima Motta é coach formada pelo Instituto EcoSocial e certificada pela ICF (International Coach Federation) e tem 30 anos na área de Recursos Humanos, treze deles como gestora no Grupo Andrade Gutierrez. Psicóloga de formação, pós-graduada em RH, atualmente atende dezenas de profissionais e trainees como coach. Fátima Motta é colaboradora exclusiva do Blog do VAGAS.com.br. Não perca as dicas de carreira que ela tem a passar!

Fonte da imagem: blog.7minutosparamudarsuavida.com.br

Quer ser trainee? Confira Programa da Ernst & Young Terco

Por Fabíola Lago

Thiago Caminiti

Foi por indicação de um amigo, que tinha passado pelo Programa de Trainees da Ernst & Young Terco, que Thiago Caminitti, 21 anos, na época recém-formado em Administração pela ESAGS-FGV, decidiu se inscrever na seleção. E resolveu que ia passar.

Reviu todo conteúdo de Contabilidade, terminologias, já tinha Inglês e Espanhol avançado, um “básico” em Alemão. Acha que a boa oratória e o raciocínio lógico também colaboraram. Leu muito sobre a empresa, mas acredita que foi a vontade de entrar no Programa que decidiu a parada entre milhares de jovens que passam pelo processo seletivo.

A cada etapa superada – prova on line, dinâmica com estudo de case, entrevistas com sócios e RH – era uma comemoração. Confiante, Thiago sempre soube que entrar no disputado programa seria um salto e tanto em seu início de carreira. “Foram cerca de 40 dias em todo o processo, desde o cadastro no VAGAS.com.br até a última entrevista com o diretor da empresa, último passo”, conta.

O Programa durou de setembro de 2011 a setembro de 2012. Logo depois de aprovado, passou uma semana em treinamento na Ernst & Young University. Hoje consultor de Advisory, Thiago curte o que faz. “Para quem não gosta de rotina e adora um desafio aqui é o lugar certo. Em um projeto estamos em uma empresa de energia, depois em telecomunicações. Cada cliente exige uma abordagem diferente, é um aprendizado constante”, observa.

Agora prepara-se para fazer MBA, na própria Universidade Corporativa da empresa, considerada uma das melhores no segmento, em parceria com o IBMEC. Sucesso, Thiago!

Gostou da história de sucesso do Thiago? Inscreva-se você também no Programa de Trainees 2013 da Ernst & Young Terco.

Maria Amélia Vieira: arte acadêmica e cultura

Por Fefa Costa
Maria Amélia

Maria Amélia no barco Santa Maria entre a carranca de Véio, cataventos de Zezinho e o marinheiro de Resêndio. Foto de Pablo de Luca

A artista visual Maria Amélia Vieira, 58 anos, iniciou os estudos de arte ainda com 12 anos de idade, no atelier da tia materna Maria Teresa Vieira, no Rio de Janeiro. Nascida em Alagoas, toda formação de Amélia ocorreu no Rio, primeiro com a tia, dos 12 aos 17 anos, depois com o artista e educador Augusto Rodrigues (1913-1993), com quem buscou aprofundar noções de teoria da arte.

“Nunca fui uma criança barulhenta, sapeca”, conta a artista. “Minhas brincadeiras de infância sempre tinham lápis de cor, papéis coloridos, recortes, escritos ilustrados. Minha infância foi banhada de ludicidade, criatividade e silêncios. Por causa do silêncio, minha família dizia que eu seria filósofa. Mas os meus brinquedos mais queridos eram os blocos imaculados de papel que minha mãe me presenteava, acompanhados de estojo de lápis de cor, bonecas de pano e panelinhas de barro”. No atelier da tia, ela diz que foi “impregnada” pelo cheiro da tinta. “Foi um mergulho profundo nos materiais, nas matérias, no universo da arte”.

Como afirma Amélia, “não adianta fugir” daquilo que você é. “Acho que desde a infância já existia a artista em mim”. Aos 17 anos, começou a trabalhar no atelier da tia professora, onde, até os 23 anos, repassou a outros iniciantes os conhecimentos que adquiriu.

Com uma carreira reconhecida em Alagoas, onde optou por morar, e com uma atuação prestigiada no mercado nacional, seja como artista visual, seja como colecionadora e galerista (ela mantém desde 1983 a galeria de arte Karandash). Amélia diversificou muito suas funções, pesquisando a arte popular nordestina, aliando em seu trabalho artístico a pintura, o bordado, a cerâmica e outras técnicas, mantendo um fértil diálogo com a artesania popular. “Meu trabalho fala da poética do corpo”, diz.

Como produtora cultural, ao lado do marido, o também artista visual Dalton

Maria Amélia

Maria Amélia com as bordadeiras da Ilha do Ferro. Foto de Jorge Barboza

Costa, Maria Amélia Vieira criou o projeto “Museu no Balanço das Águas”, que dá suporte à ação de arte educativa proposta pela Coleção Karandash de Arte Popular e Contemporânea, o museu que ela e Dalton fundaram em 2010. Um barco foi adquirido pelo casal para realizar essas atividades em comunidades carentes localizadas às margens do rio São Francisco, no alto sertão alagoano. Editais do Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Funarte entre outros, patrocinam essas jornadas culturais por lugares como Ilha do Ferro, povoado do município de Pão de Açúcar, onde proliferam eximias bordadeiras e mestres populares da escultura e design de móveis.

“Esses editais são maravilhosos porque oferecem a oportunidade de concretizar projetos que jamais seriam possíveis com dinheiro próprio. Esse trabalho junto ao Museu Coleção Karandash é muito bacana porque atenta para dois pontos primordiais em nossas vidas: capacidade de enxergar o outro e de servir”.

Com uma média de rendimento anual em torno de R$60 mil, a artista se diz “muito feliz” com o trabalho que escolheu. No momento, coordena o projeto “Tecendo a Manhã”, patrocinado pela Funarte, com apoio do Sebrae-AL, propondo uma interação entre dois grupos de bordadeiras: aquelas da Ilha do Ferro e outro grupo de mulheres do histórico povoado de Entremontes, assim batizado pela Princesa Isabel (1846-1921), outrora rota do cangaço no município de Piranhas. Em setembro, realizará a terceira edição do “Cinema no Balanço das Águas”, com recursos do Programa BNB de Cultura.

Dicas de Maria Amélia

“Diversificar é fundamental. Costumo dizer que além de artista plástica, sou consultora de design, professora, colecionadora, galerista e produtora cultural. Imagine, como é possível fazer tanta coisa ao mesmo tempo? Sou muitas”;

“Compromisso e intensidade em seu trabalho autoral. Infelizmente disponho hoje de quatro horas/dia para o meu trabalho autoral. É muito pouco. Preciso mergulhar, me fechar no atelier e produzir com mais afinco a minha obra. A minha produção é pequena, mas intensa”;

“Quando se tem como destino a arte, nada é fácil. Por isso tantas funções, tanta luta e muitas descobertas”.

Teatro, Polietileno e Reynaldo Gianecchini

Por Nany di Lima

Nany di LimaNa multinacional belga, região do Grande ABC, o diretor superintendente estranha a noticia:

Você tem certeza?

E ela, sem titubear diz um claro: HumHum.

E ele: Não há nada que eu possa fazer?

Ela: Aparentemente não. Eu só tenho a agradecer tudo que aprendi aqui, mas quero mesmo minha demissão.

E ele insiste: Você está fazendo um trabalho interessante! Não jogue sua carreira no lixo!

Bem longe dali, no Rio de Janeiro, ao lado de Reynaldo Gianechini – que descasca uma banana recém-saída da mochila, ele pergunta:

Aceita?

Não, obrigada!

E com a boca cheia de potássio ele, de novo, pergunta:

Veio fazer exame de admissão também?

E apesar da boca vazia ela diz apenas: HumHum.

Ele continua: Acho que vamos trabalhar no mesmo núcleo né?

E ela: Sim! Vamos! Na casa de Alma.

E continua falando porque está ansiosa com sua primeira novela.

Por acaso você conhece Juliana Paes? Eu vou ser a cozinheira e ela a copeira!

E a conversa foi longa porque exames admissionais demoram, admita!

E a pergunta que não quer calar: o que há em comum nessas cenas com o artigo que você lê?  Dou-lhe uma, dou-lhe duas… e a resposta certa é: Eu! Muito prazer, sou Nany di Lima. Psicóloga, atriz, professora de Teatro para Executivos, speech coach e não duvide: posso enumerar funções realmente “profissionais” que mantenho em exercício e que me dão uma rotina de causar inveja a qualquer projeto de diversidade: da sala de yoga para o consultório, deste, para um encontro de inovação com uma equipe de alta performance, depois, direto para universidade.

Onde vou assistir a apresentação final dos seus alunos do curso de teatro para executivos: diretores de marketing, superintendentes de banco, gerentes de TI, promotores públicos, médicos, publicitários; segue depois a orientar profissionais mergulhados no estudo da qualidade da cena cotidiana, do uso da palavra, da expressividade conseguida no corpo e na voz, se “presença”, vibração e entusiasmo com a história que se quer contar: seja ela Alice no País das Maravilhas ou o balanço do ano fiscal.

A diversidade, profundidade e inovação dessas áreas – para mim correlatas – Recursos Humanos, Comunicação, Artes Cênicas, Psicologia -, também me levaram a Rishikesh na Índia para um mergulho pessoal que me permite hoje, oferecer um olhar sincero e a laser no working point do cliente, seja aluno, executivo, parceiro, ator, CO, buscador, mídia, mercado cultural, público da plateia, meu cachorro e minha gata. Clientes internos de casa.

Resultados objetivos e corporativos não faltam a essa iguaria tropical: speech coach inovador, grupo de teatro como ferramenta de comunicação corporativa, treinamento e desenvolvimento efetivo, mas divertido (please!) formação de facilitadores, criatividade e inovação e uma bandeira-memória que insisto em carregar, que faz com que eu avance continentes se preciso for, para integrar, humildemente, alguma iluminação local em espaços sombrios.

Sim, podemos ser artísticos entregando resultados. Sim… é urgente que se construa o mundo corporativo com alma. Uma alma lavada na construção de um cotidiano onde não se deixe na porta, perto das catracas, depois das recepcionistas, todo seu espontâneo, sua criatividade e a paixão pelo servir. Por aqui, vou te provocar a não existir, um dia sequer, nem um mísero segundo, sem isso. Graças ao VAGAS.com.br!

Hoje foi a vez de Fernando Ramos da Costa

Por Fabíola Lago

Fernando Ramos da Costa“É a segunda vez que sou contratado graças ao VAGAS.com.br”, diz o profissional de logística. Assim que Fernando Ramos da Costa, 29 anos, formado em administração, começa sua entrevista.

Primeiro ele foi contratado para uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, fabricante de produtos de higiene pessoal e limpeza, alimentos e sorvetes, com 80 anos de atuação no Brasil.

Há dois meses, mesmo empregado, foi convidado para participar de um processo seletivo em um dos maiores fabricantes de cosméticos do país através do cadastro no VAGAS.com.br. Agora é responsável pela coordenação de 150 mil entregas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo para consultoras (vendas a domicílio).

“Acho o site VAGAS.com.br crucial. Outros sites cobram por essa oportunidade de empregos. O VAGAS possui grandes empresas que oferecem ótimas vagas, uma facilidade para colocar nossa proposta profissional gratuitamente”, destaca.

Atualmente Fernando cursa o MBA em Logística, pela UNA, de Belo Horizonte. Casado, com uma filha de um ano, o analista de logística observa que o mercado para profissionais dessa área, assim como de construção civil, está bastante aquecido. “Pessoas com diversas formações, como Finanças e Engenharia, estão se especializando em Logística, porque existem ótimas oportunidades de emprego”.

E como é o perfil para se trabalhar nessa área? “Tem que ser louco para gostar de Logística”, brinca Fernando. Ele explica que não existe jornada de oito horas para quem atua no segmento. “Se uma operação dura 24h, eu fico ligado 24h. Se uma carreta atrasa, se há um acidente, mesmo que seja de madrugada, tenho que estar a postos”.

Fernando acredita que apesar de todas as dificuldades, o panorama de logística no país tem ganhado mais atenção e até avançado. “Essa é uma questão imprescindível para o crescimento econômico no Brasil”, conclui com otimismo.

Interessado em fazer um curso de capacitação fora do país?

 

A faculdade e escola de negócios, Insper, acaba de fechar duas novas parcerias com universidades americanas: Boston University e University of California – Irvine. Inscritos nos summer programs, alunos em qualquer ano da faculdade ou da pós-graduação, podem cursar disciplinas de seu interesse nessas instituições.

Os programas duram, em média, 1 ou 2 meses, geralmente no verão do hemisfério norte (junho a agosto).

Domínio da língua inglesa, com certificações TOFEL e IELTS, é pré-requisito para o ingresso.
Mais informações em www.insper.edu.br

Tony Pelosi, luthier. O saber de muitos saberes

Por Lucia Helena Corrêa

Tony PelosiLuthier conceituado, hábil na confecção de guitarras, violões e violas de diferentes tipos, ele toca, canta e compõe. Mas, pesquisador apurado das tecnologias aplicadas à gravação e mixagem, faz produção de CDs. Esse é Tony Pelosi. Ao pé da letra, o homem dos sete instrumentos…

Tocar violão, guitarra e, rigorosamente, qualquer instrumento de corda era pouco, para o jovem adolescente carioca da Tijuca apaixonado por aviões que se formou em Economia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Também se impôs o verdadeiro desafio de vencer a resistência da família – a mãe, professora primária; o pai, militar da Aeronáutica – indo estudar música clássica no Montgomery College, em Washington, Estados Unidos.

No meio do caminho, sem que a família soubesse, Antonio Carlos Coelho Pelosi, o Tony Pelosi, “alugou” a paciência de Othon Gomes da Rocha Filho, professor de violão de um amigo, e tomou as primeiras aulas de música por partitura. Ali, começava a se construir o instrumentista, compositor, cantor e, hoje, o produtor musical especializado em CDs – da gravação à mixagem.

O luthier nasceu nos idos de 1965, quando ele, aos 15 anos, experimentou substituir as cordas de um velho violão por outras, de contrabaixo, então, a carência imperdoável na banda de rock por ele criada com os amigos do bairro. Dois anos mais tarde, às escondidas, resolveu desmontar a guitarra que ganhara de presente. Levou meses para conseguir remontar. Mas, quando, afinal, conseguiu, virou especialista na Fender – a guitarra do Roberto Carlos…

MUITOS SABERES

Tony tomou gosto pelo ofício e nunca mais parou, passando a consertar, restaurar e fabricar – desde o tronco até a aplicação das cordas, ajuste e teste – violões e violas nos mais variados sabores. Isso, sem falar nas guitarras e contrabaixos. Hoje, é um dos mais bem conceituados luthiers do mercado nacional.

Coisa mágica essa, de fazer instrumentos: escolher e tratar a madeira, entalhar, colocar na prensa, esperar que tome o jeito, envernizar, aplicar as cordas e ajustá-las até que o som honre a expectativa. Dinheiro? Não se ganha muito, não, descarta Tony. Às vezes, nada. Mas o que se conquista, segundo ele, não tem preço: é o saber formado de muitos, muitos saberes.

“Para construir instrumentos, você precisa ter noções de Física (Eletricidade,Tony Pelosi Eletrostática e Eletrônica), Química, para bem lidar com tintas e vernizes, e a Biologia dos microrganismos: canso de receber violões completamente desmontados, porque uns bichinhos, aqueles branquinhos que roem os livros, comeram a cola”, conta Tony.

Conhecimentos de Botânica e Ecologia, enfim, diz ele, são essenciais, no mínimo, para que o profissional não contribua para a destruição do meio ambiente, dando preferência à madeira extraída da maneira politicamente correta. “O luthier precisa, ainda ser hábil no lidar com as madeiras; enfim, craque em marcenaria. Mas também se recomenda que domine uma segunda língua – o Inglês – para poder digerir os melhores textos sobre o ofício”, explica Tony. O essencial, porém, é demonstrar empenho, vocação e talento. “Necessariamente, nessa ordem”, recomenda.

FALA TONY:

. Paixão. Sem ela, nada é possível; nada tem sabor;

. Empenho. Sinônimo perfeito de capricho no que se faz, inclui disciplina e treinamento;

. Talento. Formiga é formiga; passarinho é passarinho. Se a formiga quiser ser passarinho, não vai dar certo;

. Vocação. Escolha a profissão conforme as suas habilidades. Não force a barra!;

. Curiosidade e gosto pela atualização. É preciso manter aceso o interesse, estudando e pesquisando sempre.

O que é a geração Y?

Por Felipe Martins

O que é a geração Y“Jovens” é um assunto que nos rende muitas discussões, conversas e pesquisas. Por que? Porque existem vários tipos de gerações e cada qual com suas características, atitudes, pensamentos e desejos.

Falemos hoje sobre os jovens que compõem a “Geração Y”. Quem são, como pensam e como agem? Eles nasceram entre os anos 1978 e 2000, adoram a era digital, são “imediatos”, têm uma insaciável necessidade por ter feedbacks, são ousados, criativos, possuem facilidade na realização de tarefas múltiplas e um grande espírito questionador.

Posto isto, você pode se perguntar: mas o que esta “Geração Y” pensa de si própria? Recente pesquisa realizada pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) mostra resultados para a seguinte questão: “Como você classifica a atual geração dos jovens brasileiros?”.

A pesquisa aconteceu entre 22/04 e 03/05, contando com 2.232 respondentes. Ela dispunha das seguintes alternativas:

  • “Não engajada com a política e dilemas sociais”;
  • “Moderna e comunicativa”;
  • “Dependente da família e preconceituosa”;
  • “Viciada em internet“;
  • “Envolvida com problemas sociais e ambientais”;
  • “Solidária e sonhadora”.

A alternativa mais escolhida foi “Viciada em internet (43,01%). Seguida de “Não engajada com a política e dilemas sociais” (22,72%). E em terceiro foi “Moderna e comunicativa” (19,62%).

Comentando um pouco sobre a alternativa campeã, a Coordenadora de Treinamentos Internos do Nube, Eva Buscoff explica: “essa geração nasceu praticamente conectada. Adotar esse comportamento é algo natural e necessário para o seu crescimento e aprendizado, pois todas as suas dúvidas podem ser resolvidas com apenas um click“.

Sobre a alternativa que ficou em segundo lugar, devido esta geração ter nascido em uma era econômica estável, faz com que ela não se preocupe muito com política e sociedade. “Estamos em um momento de liberdade de expressão, principalmente com a ajuda das redes sociais. Aumentou-se a autoestima e a preocupação com suas próprias necessidades”, comenta Eva Buscoff.

“Moderna e comunicativa” (alternativa terceira colocada) está muito ligada “nessa velocidade de adaptação aos aparelhos e informações novas. Isso significa mais comunicação e interação. Enquanto estudam, os jovens leem notícias na Internet, olham o Facebook, escutam música e observam tudo a sua volta”, completa Eva Buscoff.

E você? Está entre a “Geração Y”? Como se vê? Qual sua opinião sobre o assunto? Comente!

Fonte da imagem: gestoratual.com.br

Quer trabalhar na Disney? Veja como começar!

Por Felipe Martins

Quer trabalhar na Disney? Veja como começar!Mickey, Minnie, Pateta, Pluto entre outros. Já imaginou trabalhar na terra deles, a Disney? E o melhor: você pode dar aquele “tapa” no inglês e ainda garantir uma ótima experiência internacional!

São muitos os caminhos para esta oportunidade. Mas você não vai querer arriscar sua vida com os “coyotes” e tentar entrar ilegalmente nos Estados Unidos, ou vai? Se você é um dos que não quer correr este risco, existe outro melhor.

O STB (Student Travel Bureau) é o recrutador exclusivo no Brasil para este programa de trabalho e iniciou as inscrições para as palestras que darão informações sobre o International College Program, um dos programas de trabalho remunerado no exterior mais disputados, no Walt Disney World® Resort localizado em Orlando – Estados Unidos. É muito dinheiro investido para assisti-las? Não se preocupe, elas serão gratuitas!

Você deve estar se perguntando: como ser escolhido para este programa de trabalho? São duas fases de processo seletivo:

  • Primeira fase: você, obrigatoriamente, precisa participar da palestra informativa que se seguirá de entrevista com a equipe do STB no mês de maio.
  • Segunda fase: se você for aprovado, então você precisará participar de novas palestras e entrevistas, agora feitas pelos recrutadores da própria Disney no mês de agosto. E se você for um dos beneficiados, começará o programa em meados de novembro com término no início de março.

Interessado? Então faça sua inscrição até o dia 16/05 através deste hotsite.

Você precisa estar cursando entre o segundo e o penúltimo período da universidade, ter no mínimo 18 anos, ter inglês fluente, ser extrovertido e flexível, estar disposto a dividir apartamento e ter interesse em outras culturas. As vagas também são para ex-participantes, porém bastante limitadas.

Confira datas, horários e locais das palestras da primeira fase do processo seletivo:


Data:
 17/05/2013
Horários: 09h, 14h e 18h
Local: Auditório da Universidade Estácio de Sá – Campus Rio – Centro
Endereço:  Avenida Presidente Vargas, n°642 – Centro - Rio de Janeiro

Data: 18 de maio de 2013
Horários: 09h e 14h
Local: Max Savassi Apart Service
Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, nº 335 - Belo Horizonte 

Data:
 18 de maio de 2013
Horários: 09h, 14h30 e 19h
Local: Teatro do Colégio Santa Cruz
Endereço: Rua Orobó, n°277 – Alto de Pinheiros – São Paulo 

Para mais informações, consulte: o site do STB ou procure a loja mais próxima.

Fonte da imagem: www.disneymania.com.br